U2 e Kendrick Lamar protestam contra os EUA de Trump

Muitas vezes criticada pela sua falta de contato com a realidade, a premiação do Grammy começou com o hip-hop de Kendrick Lamar em uma apresentação potente e crítica aos Estados Unidos de Donald Trump.
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Indicado aos principais prêmios da noite, o rapper abriu a cerimônia com “XXX”, música do seu último disco, “Damn”, com participação do U2. Com dançarinos vestidos de soldados, Kendrick entoou versos sobre as mortes que acontecem na América, enquanto “banqueiros, empregados e chefes com pensamentos homicidas / Donald Trump está no escritório / Nós perdemos Barack e prometemos nunca duvidar dele novamente”, cantou em referência ao ex-presidente Barack Obama.

O ator e comediante Dave Chappelle  interferiu no meio da apresentação: “Eu só queria lembrar ao público que a única coisa mais assustadora do que ver um homem negro ser sincero na América, é ser um homem negro sincero na América”, disse.


Fonte: UOL

U2 anuncia datas europeias de sua nova turnê

O U2 anunciou as datas europeias da eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour - sua mais nova turnê que terá início em maio nos EUA. Os irlandeses farão 13 shows em arenas entre 31 de agosto (na Alemanha, em Berlim) e 23 de outubro, quando o giro se encerra na Inglaterra na O2 em Londres. O quarteto passará ainda por França, Portugal, Espanha, Dinamarca, Holanda e Itália.
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Neste segunda-feira, 15 de janeiro, Bono foi um dos convidados especiais do show feito para celebrar os 60 anos de Shane MacGowan, o vocalista dos Pogues - banda britânica que se popularizou na década de 80 ao misturar punk com a música tradicional irlandesa.
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Em um concerto que teve, entre outros, Glen Hansard, Nick Cave, Sinéad O'Connor e Bobby Gillespie do Primal Scream cantando canções do aniversariante, Bono subiu ao palco junto com o ator Johnny Depp para cantar a emblemática "A Rainy Night in Soho". Essa música foi usada como tema de abertura nas primeiras datas da turnê que o U2 fez no ano passado marcando os 30 anos de "The Joshua Tree", antes dela ser substituída por "The Whole Of The Moon" dos Waterboys.


Fonte: Vagalume

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Bono defende que homens lutem contra desigualdade de gênero

Em texto feito para a revista Time e divulgado nesta quinta-feira, 4 de janeiro, Bono cobrou atitude dos líderes mundiais e defendeu que a luta contra a desigualdade de gênero deve ter a presença de homens.
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O vocalista do U2 diz que o sexo masculino criou o problema, então não seria correto não ajudar a arrumá-lo. “Os homens não podem dar um passo para trás e deixar as mulheres sozinhas para limpar a bagunça que fizemos e ainda estamos fazendo. A misoginia, a violência e a pobreza são problemas que não podemos resolver a meio da força, e é assim que estamos operando há alguns milênios”.

O cantor apresenta também o dado de que 130 milhões de meninas não estão na escola e cobra dos principais governantes do mundo. “É por isso (falta de acesso a educação) que a pobreza é sexista, como dizemos, e dizer alto, para alguém ouvir, principalmente os líderes mundiais que deveriam garantir o acesso universal à educação até 2030, meta que estabeleceram no Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

Bono levanta o debate sobre desigualdade de gênero há algum tempo. Como também lembrado por ele no texto, o vocalista entrou para a lista de mulheres do ano da revista Glamour em 2016 com o intuito de gerar a discussão do assunto.


Fonte: Nação da Música

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Bono é entrevistado pela revista Rolling Stone

Bono conversou com a Rolling Stone sobre a sua experiência de "quase-morte" sofrida durante a fase de gravações de Songs Of Experience e o efeito disso em sua vida e no novo álbum do U2.
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Você acabou de encerar a turnê de 30 anos do álbum The Joshua Tree. Nostalgia é algo que o U2 evita, então como foi sair e tocar um velho álbum todas as noites?

Foi como se tivéssemos lançado The Joshua Tree na semana anterior. Então não havia nenhum filme antigo de Super 8 ou qualquer coisa para dar a sensação daquele tempo. Sentimos que ele tem mais significado agora do que antes. Essa foi a presunção, e ficou cada vez melhor. Terminamos com quatro noites em São Paulo, na frente, acho, de quase 300.000 pessoas.

Songs of Experience estreou no número um na parada de álbuns, o que significa que você teve um álbum no topo das paradas em cada década a partir dos anos 80. Por que você ainda busca tanto por hits?

Estes dois últimos álbuns misturam o pessoal e o político de modo que você não sabe de qual deles você está falando. Isso é uma espécie de truque de magia, e percebendo que, naturalmente, todos os problemas que encontramos no mundo exterior são apenas manifestações de nós, você sabe, o que temos dentro de nós, em nossos mundos interiores. E é aí que o trabalho de transformação tem que começar primeiro. Não é isso que a experiência nos diz?

Uma coisa é que este disco parece ser sobre a sobrevivência. A sobrevivência do mundo, e do nosso sistema político. Mas vamos falar sobre sua própria sobrevivência. No meio da gravação, você teve uma experiência de "quase-morte". Diga-me o que aconteceu.

Bem.... eu não quero falar sobre isso.

Entendo. Tive minha própria experiência recentemente. As pessoas querem perguntar sobre a minha saúde, e hesito em falar sobre isso. Por que me sinto assim? Estou envergonhado? É a fraqueza que estou tentando encobrir?

É apenas uma coisa que... as pessoas têm esses eventos de extinção em suas vidas; pode ser psicológico ou físico. E, sim, foi físico para mim, mas acho que me poupei de toda aquela novela. Especialmente com este tipo de obsessão com celebridades, com as minúcias da vida das pessoas - eu quero me distanciar disso. Quero falar sobre o problema de forma que as pessoas preencham os espaços em branco sobre que passaram, entende?
É uma coisa você falar sobre isso em um lugar que registre isso, como a Rolling Stone, mas quando isso chega ao tabloide local é simplesmente horrível. Torna-se a questão que todos estão perguntando.

Em 2000, você teve um susto com um câncer de garganta, certo?

Não, foi um exame para ver se tinha algo. Um dos especialistas queria biópsia, o que teria colocado em risco minhas cordas vocais - mas acabou bem.

Há alguns anos, eu visitei você no hospital com o seu braço numa espécie de estrutura da Ponte George Washington.

Depois do meu acidente de bicicleta, fingindo que havia sido um acidente de carro.

Você está fazendo o álbum e, em seguida, de repente você teve que lidar com o seu problema de saúde. Como isso afetou o álbum e sua visão?

Bem, curiosamente, a mortalidade ia ser um assunto de qualquer maneira. Conheci um poeta chamado Brendan Kennelly. Eu o conheço há anos. Ele é um poeta inacreditável. E ele disse: "Bono, se você quiser chegar ao lugar onde a escrita vive, imagine que você está morto." Não há ego, não há vaidade, não se preocupe com quem você vai ofender. É um ótimo conselho. Eu só não queria ter que descobrir fora de uma excursão mental. Não queria descobrir da pior maneira.
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Em Lights of Home, você escreve: "Eu não deveria estar aqui porque deveria estar morto. Posso ver as luzes na minha frente. Acredito que meus melhores dias estão à frente, posso ver luzes na minha frente. Oh, Jesus, se ainda sou seu amigo, o que diabos, o que diabos você tem para mim?"

Há uma referência de Bob Dylan nessa canção. Só vou dizer porque sei que você ama o Bob. "Ei, agora, você sabe o meu nome? Para onde vou? Se eu não conseguir uma resposta em seus olhos, eu vejo, as luzes de casa". Pelo menos na minha cabeça, a referência é para uma das minhas canções favoritas de Dylan, "Señor Señor". Nessa música, ele encontra um anjo e ele, tipo, vai nessa viagem com ele. Sempre imaginei que fosse o anjo da morte.

Conte-me sobre o tema do amor neste álbum. Começa o disco com Love Is All We Have Left.

Eu estava imaginando um Frank Sinatra estilo ficção científica. "Amor e amor é tudo o que nos resta". É quase cômico em um sentido, exceto que arranca seu coração. Comédia trágica. Achei que seria interessante escrever uma música do ponto de vista de uma pessoa que talvez não cantasse outra canção novamente. Uma das coisas que eu me pergunto sobre este álbum é: "se você tem uma coisa a dizer, o que é? Se isso é tudo o que resta, estou contente com isso - o amor".
O que eu queria fazer neste álbum é, ocasionalmente, ter uma conversa dialética, onde o meu eu mais jovem ataca meu eu mais velho. E assim você tem essa voz modificada em Love Is All We Have Left: "Agora, você está no outro lado do telescópio/sete bilhões de estrelas em seus olhos/tantas estrelas, tantas maneiras de ver/Hei, este não é o momento para não se estar vivo". É a sua inocência falando com a sua experiência e dizendo que está tudo bem. Eu estou um pouco em paz com aquele fanático mais jovem que eu costumava ser. E eu acho que aquele fanático mais jovem não iria desaprovar onde eu acabei. Talvez o processo de chegar lá ele poderia não ter gostado.

E a canção Ordinary Love?

Isso é amor não-romântico. O amor que as pessoas criam, os negócios que as pessoas fazem para ficarem juntos. O que Yeats chama de "paixão fria". Eu amo a ideia de que grandes relacionamentos têm uma temperatura mais baixa.

Landlady é uma canção de amor extraordinariamente bonita sobre você e Ali, agradecendo à ela por tanta coisa.

Chegar em casa - essa é a grande chave para mim. Não posso acreditar nisso porque eu cresci dormindo em sofás das pessoas, dormindo no chão, fugindo para o circo e se juntando uma banda rock & roll. Levei muito tempo para descobrir onde era a minha casa. Eu saí de casa provavelmente na semana em que minha mãe morreu. Quero dizer, eu fiquei lá na casa 10 da Cedarwood Road nos próximos anos, mas não estava realmente lá. Em Songs of Innocence', This Is Where You Can Reach Me Now explica a realização que tive, enquanto estava sentado lá, mudando de endereço. Estava com a banda. A banda era onde eu morava. Eles eram minha outra família.

Deixe-me perguntar sobre Summer Of Love, que é sobre a Síria e os refugiados. De onde veio essa música, musicalmente?

Tem um cara trabalhando com Ryan Tedder, que escreveu uma bela parte da guitarra. E isso foi Edge passando por sua pequena excitação, dizendo: "Oh, se você quer alguma coisa, é só pedir. Como hip-hop, vamos usar um sampler. Vamos samplear, ou reproduzir isto". Era uma grande liberdade para ele. Isso também fazia parte do espírito deste disco. Era como: "vamos olhar em lugares que você normalmente não olha." E então nós temos esse belo humor, e nós temos esse estilo melódico de uma quase ode aos Beach Boys e The Mamas And The Papas, e então encontramos o toque. E a reviravolta é a costa oeste da Síria. E não a costa oeste da Irlanda ou da Califórnia, como muitas pessoas têm escrito em reviews do disco.

Como você descobre novas músicas?

A banda está sempre ouvindo música, e tenho meus filhos. Jordan é uma pretensiosa musical, uma esnobe indie. Eve é hip-hop. Elijah está em uma banda, e tem sentimentos muito fortes sobre a música, mas ele não faz qualquer distinção entre, vamos dizer, o The Who e o The Killers. Ou, você sabe, Nirvana e Royal Blood. Não é geracional para ele. É o som e o que ele está vivenciando. Ele acredita que uma revolução do rock & roll está ao virar da esquina.

Como você acha que o público do U2 é? Anos atrás, você estava dizendo que tinha que sair e ter um público mais novo, mais jovem, teve que sair em uma pequena turnê em locais pequenos, teve que reinventar.

O experimento da Apple realmente ajudou nisso. Larry tinha sido muito cético sobre isso. Mas, mais tarde, ele estava dizendo: "Olha, eu estou sentado na minha bateria nos shows. Eu posso ver o que você não pode ver, e eu posso ver que o público é mais jovem." Perguntei-lhe como sabia que estava relacionado com a experiência da Apple. Ele disse: "bem, porque eles não sabem as letras de Beautiful Day, mas eles sabem as letras de Every Breaking Wave".

Qual é a parte mais difícil de estar no U2 agora, em 2017?

Obter consenso.

Por exemplo?

Algumas pessoas, de uma forma muito sã, estão pensando: "por que você quer fazer isso? Por que você quer nossas músicas no rádio? E digo que, se acreditamos em nossas canções, temos que usar todo o meio que pudermos encontrar para alcançar as pessoas. Não precisamos fazer isso por dinheiro. Não precisamos fazer isso por nada. E, é claro, nossa banda poderia fazer turnês pelo resto de sua vida apenas com o que temos. Estou pedindo-lhes para colocar um monte de energia para gravar essas novas músicas e, em seguida, vender nossos produtos, colocando tudo sobre a mesa, como fazíamos quando éramos jovens. Só que não somos jovens.

Em American Soul, você disse que a América é um sonho que o mundo inteiro possui.

Sim, está neste álbum. A Irlanda é um país muito agradável. A França é um grande país. Grã-Bretanha é um grande país, mas não é uma ideia. A América é uma ideia, e é uma grande ideia. E o mundo sente uma participação nessa ideia. O mundo precisa da América para ter sucesso, agora mais do que nunca.
Na América, tivemos tantos republicanos quanto os democratas indo nos ver na última turnê. Isso não é brincadeira. Senadores, pessoas do congresso, mesmo tendo um momento no espetáculo onde houve uma referência ao homem que não deve ser mencionado.

Você foi associado a Aung San Suu Kyi, a líder de fato de Mianmar, cuja libertação você defendeu quando ela era uma prisioneira política. Agora, ela parece estar, no máximo, de pé de braços cruzados enquanto seu país perpetra o que parece ser uma limpeza étnica. Qual é a sua opinião sobre o que está acontecendo lá?

Isso é muito difícil, e sinto náuseas sobre isso. Realmente me senti mal, porque não posso acreditar no que a evidência demonstra. Mas há limpeza étnica. Isso realmente está acontecendo, e ela tem que se afastar porque sabe que está acontecendo. Estou certo de que ela tem muitas razões excelentes em sua cabeça do por que ela ainda não se afastou. Talvez seja que ela não quer perder o país de volta às forças armadas. Mas ela já perdeu, se as imagens são o que está se passando, de qualquer forma. Os direitos humanos que estão sendo incendiados, as vidas que estão sendo queimadas no Estado de Rakhine são mais importantes do que uma unidade sem eles.

Acha que ela deveria renunciar?

Ela deveria, no mínimo, falar mais. E se as pessoas não ouvem, então renuncia. Isto é tudo muito preocupante. Ainda estou muito confuso com isso, na verdade.

Você fez a The Joshua Tree Tour, você conseguiu lançar um novo disco, e agora você está se preparando para voltar para outra turnê na primavera. Quais são seus pensamentos agora que o ano acabou? Alguma última palavra de sabedoria?

Estou me agarrando na ideia de que através da sabedoria, através da experiência, você pode, de alguma maneira importante, recuperar a inocência. Quero ser brincalhão. Quero ser experimental. Eu quero manter a disciplina da composição em progresso que eu acho que nós deixamos ir por um tempo. Eu quero ser útil. Essa é a nossa oração familiar, como você sabe. Não é a oração mais grandiosa. É justo, estamos disponíveis para o trabalho. Essa é a oração do U2. Queremos ser úteis, mas queremos mudar o mundo. E queremos nos divertir ao mesmo tempo. O que há de errado com isso?


Leia a tradução completa da entrevista aqui.


Fonte: Rolling Stone

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U2 lidera paradas com novo álbum e chega onde nenhuma banda havia alcançado

Songs of Experience, o recém-lançado álbum dos irlandeses do U2, chegou para elevar o status de lenda da banda. O disco chegou ao número 1 das paradas da Billboard e, além desta já notável conquista, fez a banda ser a única da história a liderar os charts pelo menos uma vez nas décadas de 1980, 1990, 2000 e 2010.
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Apesar de ser a primeira banda a atingir este recorde, outros três artistas solo também tiveram discos número 1 nestas quatro décadas: Janet  Jackson, Bruce Springsteen e Barbra Streisand.

De acordo com dados da Nielsen Music, que abastecem e formam o ranking Billboard 200, o álbum vendeu 186 mil unidades em sua primeira semana. Com isso, Songs of Experience é o maior disco de rock na liderança das paradas desde que o Metallica lançou Hardwired… To Self-Destruct, que vendeu 291 mil unidades, no começo de dezembro de 2016.

O ranking da Billboard 200 ranqueia os álbuns mais populares da semana nos Estados Unidos, baseando-se no consumo conjunto de venda de unidades físicas, vendas de faixas online e execuções em streaming.

As vendas de Songs of Experience tiveram uma ajuda de vendas casadas de ingressos para shows e o álbum. A nova turnê da banda começa em maio. O novo disco é uma continuação de Songs of Innocence, de 2014, que foi oferecido aos usuários do iTunes, da Apple.

A última vez em que o U2 havia liderado as paradas foi em 2009, com No Line on the Horizon, que vendeu 484 mil álbuns na primeira semana. Os outros discos que chegaram ao número 1 são: How to Dismantle an Atomic Bomb (2004), Pop (1997), Zooropa (1993), Achtung Baby (1991), a trilha sonora de Rattle and Hum (1988) e The Joshua Tree (1987).

O U2 é o sexto artista com mais álbuns número 1 da história, empatado com Kenny Chesney e Madonna - contando apenas bandas, pularia para o terceiro lugar. Os Beatles seguem na liderança (com 19), seguidos por Jay-Z (14), Bruce Springsteen e Barbra Streisand (11 cada), Elvis Presley (10) e Garth Brooks e Rolling Stones (9 cada). Ficaram para trás, com 7: Paul McCartney/Wings, Led Zeppelin, Kanye West, Janet Jackson, Eminem, Drake e Kenny Chesney.

 
Fonte: UOL

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